TradTalk: Episode 33 – Tony Rosado

TradTalk: Episode 33 – Tony Rosado


Bem-vindos ao podcast TradTalk,
desta vez em inglês. Hoje gravaremos
alguns episódios em inglês, o que será ótimo.
Algo interessante e diferente das nossas usuais
entrevistas em português. Estamos
no 10º Congresso da Abrates, que começou hoje,
e aproveitarei para entrevistar
algumas pessoas legais, incluindo Tony Rosado. -Bem-vindo, Tony.
-Obrigado. Agradeço por me receber
em São Paulo para conversar. É um prazer tê-lo aqui.
Está gostando do Brasil? -Bastante.
-Que bom. -Você já tinha vindo, não é?
-Já, sim. Ótimo. É isso: Tony é o primeiro
entrevistado de hoje nesta manhã em São Paulo. Um pouco sobre ele,
caso você ainda não o conheça: Tony é intérprete de conferências
freelancer do Departamento de Estado
Norte-Americano, é intérprete judicial certificado
pelo governo dos EUA, é advogado pela
Escuela Libre de Derecho da Cidade do México, trabalhou internacionalmente
como intérprete de conferências com políticos, celebridades,
atletas e empresários. É autor de dois livros
sobre interpretação judicial, tem um blog chamado
The Professional Interpreter, e, por último,
mas não menos importante, é professor e instrutor
de interpretação. Bem, você faz
bastante coisa, Tony! Pode falar mais
sobre si mesmo? Claro.
Eu faço bastante coisa porque tudo relacionado
à interpretação profissional me fascina. Escolher apenas uma área
seria muito difícil para mim. Acho que tudo está conectado e, se você quer
trabalhar nessa profissão, você tenta
fazer várias coisas. Por exemplo,
gosto de treinar os jovens para serem
melhores intérpretes. Queremos
que os intérpretes talentosos fiquem na área,
e não saiam após tentar, pois perdemos um importante
capital humano com isso. Por isso
dou treinamentos e aulas. Por outro lado, como não estou
em todos os lugares e por estar chegando gente nova,
principalmente nas Américas, na interpretação judicial
devido às mudanças nos sistemas judiciais,
pois os países latino-americanos estão mudando do sistema escrito
para o oral, a relevância da interpretação
está aumentando. Além disso, com as migrações
e a globalização, negócios de pessoas da Ásia,
da Europa e da África estão chegando às Américas.
Fazer negócios em um país significa que as pessoas
abrirão processos nesse país. Por isso decidi escrever
meus dois manuais de interpretação judicial. Um deles, em espanhol, descreve o processo
do sistema mexicano, que foi o primeiro
implementado completamente de acordo com o sistema jurídico
norte-americano. Foi importante do ponto de vista
da terminologia e do ponto de vista
processual. Escrevi em colaboração
com dois amigos meus. Uma magistrada pelo Tribunal
Superior Eleitoral do México e o presidente da Associação
de Intérpretes de Sinais do México.
Esse livro, pelo que sei, é o único
sobre interpretação judicial que trata das línguas
faladas e de sinais. E meu livro em inglês,
que escrevi sozinho, descreve o sistema judiciário
dos Estados Unidos e ensina detalhadamente
os novos intérpretes sobre o processo,
explicando a legislação, a atuação e o que se espera
dos intérpretes em cada fase, além do aspecto comercial da interpretação judicial
autônoma. Por fim, como preciso
ganhar dinheiro, porque essas coisas
são legais e empolgantes, mas não rendem o bastante
para eu viajar e fazer só isso, tenho que trabalhar
como intérprete. Tive bastante sorte
na carreira, pois conheci muita gente
que me ajudou e permitiu chegar
onde estou agora. É um lugar confortável.
Após tantos anos, posso escolher os trabalhos
que quero assumir, onde e com quem
quero trabalhar. É o meu ganha-pão: interpretações de alto nível,
nas situações, nos casos e com pessoas com quem
quero trabalhar e aprender. Certo, então… Seus livros são
para todos os intérpretes ou são específicos
para os idiomas? São específicos
devido à terminologia, mas a parte sobre técnicas
e procedimentos não é. São baseados
nos sistemas jurídicos. Ou seja, se seu país
usa o sistema jurídico escrito, meu livro
não deve ajudar muito, pois o sistema
usa tradutores jurídicos, não intérpretes. Mas, se você for de um país
que segue os processos orais, seja vindo
da tradição inglesa britânica, como os Estados Unidos,
ou o México na América Latina, ou aqueles que usam
o sistema alemão, como o Chile
na América Latina, o livro ajudará, pois fala
sobre o que o intérprete faz. É claro que a terminologia
é específica do idioma, na verdade,
é específica do país, pois a terminologia jurídica
em inglês dos EUA é diferente daquela
do sistema britânico ou australiano,
por exemplo. Certo.
Vamos voltar um pouco. -De onde você é e onde mora hoje?
-Certo. Minha origem
é interessante. Nasci na Cidade do México,
mas morei em muitos lugares. Morei na Europa,
no Reino Unido, no México, no Japão, em vários lugares dos EUA,
mas minha casa, o lugar que chamo de lar
e a cidade que amo é Chicago. Está no centro dos EUA e tem o aeroporto
mais movimentado do mundo. Se você é intérprete,
precisa de um bom aeroporto para chegar aos seus trabalhos
com voos diretos, sejam na África,
na Europa ou na América do Sul. Ótimo. E você trabalha
com inglês e espanhol? Isso, inglês e espanhol. Certo. Você dará uma palestra aqui no 10º Congresso da Abrates e falará do lado comercial
de ser um intérprete. -Isso.
-Você pode falar sobre isso? É importante falar dos aspectos
comerciais da profissão, sobretudo para os autônomos,
mas também para aqueles que trabalham
para empresas internacionais, agências governamentais
ou grandes organizações. E por quê? Porque todos os dias
encontro colegas talentosos que acabaram de se formar
ou que atuam há muitos anos, têm técnicas impecáveis e conduzem o trabalho
na cabine perfeitamente; o problema
é que não têm habilidade com os negócios e, por isso,
passam por dificuldades. E isso porque
não negociam com as agências ou com os prestadores
de serviço, porque não sabem se planejar
para o trabalho nem quanto cobrar
por ele. Não sabem o que faturar,
o que considerar, o valor que devem atribuir
a sua educação formal, à experiência prática,
à distância a ser viajada para trabalhar,
entre outros. Acho que é
uma parte importante que vários colegas não têm. Resumindo, tento tratar
dessas questões para que os colegas saibam
o que fazem e expliquem
para os clientes, para que saibam
quanto valem e possam cobrar
corretamente. Meu objetivo é os intérpretes
não ganharem para sobreviver, não é isso que quero. Quero que meus colegas
ganhem muito dinheiro, o bastante para ter
a vida que quiserem. Seja morando em uma cabana
no meio do mato ou tendo uma Ferrari
e um jatinho particular. Quero que as pessoas
consigam cobrar quanto realmente merecem. Ótimo. Muito bom. Isso é algo que normalmente
falta em toda formação. É um problema
para intérpretes e tradutores. -Exato.
-Como professor e instrutor, você também tenta focar
nesse lado comercial? Ou não pode? Faço as duas coisas. Quando ensino interpretação
ou outras coisas, como pesquisa,
terminologia, tudo isso, enfoco nesses temas. E há muitas pessoas talentosas
fazendo isso no mundo todo. Quando se trata
do lado comercial, várias pessoas falam disso,
mas é um número muito menor em relação ao resto. Começando pelo fato
das universidades ignorarem o assunto
ou o abordarem superficialmente. Dou ênfase a essa parte
porque, no mundo ideal, quero intérpretes que,
primeiro, olhem para si e, depois, sejam reconhecidos
pelos profissionais que são. Intérpretes e tradutores
devem ser tão valorizados pela sociedade em geral quanto médicos, advogados
e engenheiros. Não quero
que sejam desvalorizados, considerados só pessoas
bilíngues ou poliglotas e, por isso,
sabem interpretar e traduzir. Sabemos que não é assim. Conhecemos
pessoas bilíngues ou trilíngues que não sabem interpretar
simultânea ou consecutivamente e nunca conseguiriam
traduzir um livro, um documento jurídico
ou um contrato. Muito interessante. Sou a favor de falar de negócios
com tradutores e intérpretes. Sou tradutora
e converso com tradutores porque é minha área. Acho que começa conosco. Reclamamos que as pessoas
não nos veem como profissionais, mas acho que
deve partir de nós mesmos. Se, desde cedo, agirmos
como profissionais, as pessoas nos considerarão
profissionais. -Verdade.
-É uma via de mão dupla. Mas tem que partir
da gente. Temos que agir
e fazer coisas profissionalmente, como empresários mesmo,
para sermos vistos assim. É isso mesmo.
É por isso que você precisa conseguir e querer
educar seus clientes para que eles cheguem ao ponto
de ver o intérprete e o tradutor como um investimento,
não uma despesa. Se você pensar bem, os clientes
que querem ir para o exterior e globalizar seus negócios não conseguem fazer isso
se forem monolíngues. Não importa a língua
que falam. Digamos que seja
uma empresa chinesa: ela terá vários clientes,
mas tudo no mesmo país. Não poderão ir além
por causa da língua. Se olhar por esse lado,
é como tentar construir um prédio
sem ter os materiais. Não dá para ser internacional
sem os materiais. Nesse caso, os intérpretes para as negociações,
discussões e debates, e os tradutores
para os documentos resultantes das negociações. O cliente deve sempre
considerá-lo um investimento e é nisso
que devemos trabalhar: estimulando-os a entender
o que fazemos para que nos valorizem,
estimem e incluam na equipe, sem nos considerar algo à parte
que vai custar dinheiro. Exatamente.
Vocês já perceberam que Tony sabe tudo relacionado
à interpretação. Nos encontramos
na ITI Conference este mês, não foi?
Hoje é dia 31. No início
deste mês de maio estive em Sheffield,
no Reino Unido, nós estivemos lá
e participamos da ITI Conference. Tony deu uma palestra sobre interpretação simultânea
remota. Você poderia
falar sobre isso? Explique o que é
para quem não sabe e fale mais
sobre o assunto. Ótimo. Estivemos em Sheffield,
no Reino Unido, este mês e eu palestrei
para esse grupo de intérpretes porque, pela primeira vez
nesse evento, houve uma sala
dedicada à interpretação e quisemos apoiar isso
e foi muito bom mesmo. Acho que continuará bienalmente
na ITI Conference, e agora sabem que
estaremos lá a cada dois anos. Enfim, eu falei
sobre o lado comercial de novo e como os intérpretes
devem valorizar as diversas coisas
que fazem. Um dos assuntos que surgiu, pois é algo muito comentado
no mundo todo, é a interpretação simultânea
remota. O que é isso?
Hoje há muitas plataformas que, pela tecnologia,
permitem que uma pessoa ou um grupo faça
uma reunião, um congresso ou uma negociação
em um lugar do mundo enquanto o intérprete
está em outro lugar. Conforme o tipo
de interpretação, pode ser algo simples
como um viva-voz para interpretação
por telefone ou um tablet ou um iPad
para o que chamam de vídeo-interpretação,
eu acho. Ou vídeo-interpretação
remota, uma interpretação
consecutiva usada em hospitais,
presídios e locais assim. Há também a interpretação
simultânea remota mais complexa usada em congressos, reuniões de cúpula
e situações desse tipo. As pessoas se reúnem
em um lugar e o intérprete
trabalha a distância. Às vezes, com as cabines
no mesmo lugar, outras em locais diferentes
dependendo da língua. Por fim, às vezes,
apesar de os dois intérpretes estarem na mesma
cabine virtual, eles podem estar em continentes
ou fusos diferentes, um às 10h e outro às 22h,
trabalhando juntos. Nunca falo
sobre a parte tecnológica. Primeiro,
porque não sei tanto e isso é coisa
dos especialistas em computação, não dos intérpretes,
porque seria como falar de futebol
sem saber jogar. Mas as coisas
que sei a respeito, que é o lado da interpretação
e os impactos na profissão, é disso que eu falo. A polêmica
tem sido a seguinte: muitas das agências
e empresas que estão optando
por esse tipo de interpretação a distância, remota
e simultânea, querem que os intérpretes
atuem ganhando menos trabalhando de casa.
Afirmam que não é preciso viajar
nem sair de casa, então é cômodo.
Você não perde tempo esperando. Se for trabalhar 8h,
pagaremos pelas 8h e pronto. Na vídeo-interpretação remota
é pior ainda, pois querem pagar
por minuto ou por hora. Se o trabalho
durar 15 minutos, eles serão legais
e pagarão meia hora. Ninguém vive
com pagamento de meia hora. Então não é muito bom. Outras empresas melhores, que têm
os melhores trabalhos e contratam
os melhores intérpretes de todas as línguas,
estão lidando com isso assim: pagando o mesmo valor
do serviço presencial na cabine onde ele seria realizado. Você não se desloca
e recebe o mesmo valor porque o trabalho é o mesmo,
requer o mesmo esforço. Para nós é mais cômodo,
diriam as empresas, pois não economizamos
com o intérprete, mas com gastos. Não pagamos
o voo para o congresso, o hotel, os subsídios diários,
o transporte, nada disso. Em vez de montar as cabines
e ter técnicos no local etc., fazemos remotamente,
então as despesas são baixas. É aí que economizam
e lucram mais. Muitos colegas
concordam com isso, desde que a empresa
seja séria, e duas ou três
realmente são, e deixem que você vá,
na sua cidade ou em uma próxima, até uma cabine virtual
para trabalhar com um colega na mesma sala, no mesmo lugar,
com suporte tecnológico humano e de aparelhagem dado pela desenvolvedora
da plataforma ou pela agência para que você só se preocupe
com a interpretação, não com outros problemas que surgem
quando se trabalha de casa. E se a internet
não for tão rápida? E se a intérprete for ótima,
mas vive em um país onde a eletricidade
não é confiável? O que você faz? Como explicar para as pessoas
em reunião em Paris que, às vezes,
não há eletricidade no país X e, no meio da reunião,
acaba a interpretação? Acho que é
a abordagem correta, mas dou um passo adiante
e vou um pouco além, pensando nos interesses
dos intérpretes. Foi isso que discutimos
no Reino Unido no começo do mês. Basicamente,
quero dizer que os intérpretes que trabalham
em casa ou no estúdio na sua cidade natal
não deveriam ganhar o mesmo que receberiam
se fossem à conferência, mas deveriam ganhar mais. Porque, quando você está
na conferência, você lida com as questões
da interpretação. Remotamente, é preciso lidar
com essas tarefas extras, além de todo o resto.
E, em vez de pagarem mais, você recebe menos
pela interpretação, pois recebe o mesmo
por mais trabalho. Mais trabalho e mesmo ganho,
para mim, não resulta no valor que você merece. Há todo esse outro trabalho,
teclados para conversar com seu parceiro de cabine,
falar com o técnico, com outra cabine no local.
Você troca de tela para ver a apresentação,
o público, o palestrante. São coisas a mais
que você não faz na cabine. E isso pode distrair você
do seu trabalho, exceto se for qualificado
para isso. Não é real que a interpretação
simultânea remota é igual à interpretação
simultânea de conferências. É um campo diferente. É bem diferente
e requer outras coisas, como lidar com o atraso do som
vindo de outro lugar do mundo. Acho que os intérpretes
devem ser remunerados adequadamente,
portanto, ganhar mais. A agência, a desenvolvedora
da plataforma, o organizador ainda precisam avançar muito,
pois, mesmo se pagarem mais na interpretação,
será mais barato que os gastos com voo, hotel,
subsídios, transporte, acesso à internet etc. se precisassem levar
uma equipe de 16 intérpretes ao local do evento. Foi sobre isso que conversamos
em Sheffield e falamos disso
com frequência. E há ainda
as consequências legais. Se você ousar
trabalhar de casa, o que eu não recomendo,
acho que é melhor ir aonde está o parceiro de cabine
e o técnico, mas se decidir trabalhar em casa
e fazer a conferência de lá, é preciso ter cuidado
e assinar um contrato específico por motivos
de responsabilidade. Você deve garantir que, depois,
não será responsabilizado pela internet
não ser tão rápida, por quedas de energia,
por acontecer algo que você não sabe resolver
como intérprete. Os técnicos, não os intérpretes,
resolvem os problemas. Se você estiver lá,
o equipamento não funcionar e for uma ocasião importante,
você sai da cabine, desce e faz interpretação
consecutiva. Os técnicos resolvem. Se estiver em casa,
não tem ninguém lá, principalmente se a conferência
for na Ásia e você está na América,
com 10h, 12h, 14h de diferença. Não há um técnico
para ligar às 3h da madrugada para cuidar disso
em 5 minutos. É preciso cuidado,
há questões de responsabilidade e você deve se proteger. Tanto faz se os desenvolvedores
da plataforma estão protegidos
no contrato, se a agência está protegida,
porque esses contratos podem trair os intérpretes. Garanta que você tenha
o contrato certo analisado por um advogado
e, somente então, se quiser arriscar
e acumular essa tensão a mais de talvez não dar certo,
você aceita. Eu ainda sou contra, pois quem vai me garantir que trabalhando de casa,
às 11h, meu vizinho não vai começar a falar
em voz alta? Ou que o cachorro não vai latir
ou o bebê não vai chorar? Ou o telefone tocar
ou o que quer que seja? Não é igual.
Você não controla o ambiente. Por isso não recomendo
fazer isso. Mas, se fizer,
o que digo é: garanta que o contrato cubra
todas as situações para que você não vire
o vilão da história. Muito bom.
Não tinha pensado nisso. São ótimas questões.
Eu não sou intérprete, então foi incrível.
Nunca tinha pensado nisso. E há tantos detalhes
para pensar, não é? Não é tão simples. Não é só
trabalhar a distância e economizar dinheiro
com viagens. Você fica cansada,
você perde tempo. -Não é tão simples.
-É muito complexo mesmo. De novo, não falo
dos problemas técnicos, acho que a tecnologia
ficará tão boa que dará para ouvir
quase sempre nitidamente, ver nitidamente
quase sempre. Isso nas boas plataformas. São questões cada vez
menos frequentes. Mas o resto não relacionado
à tecnologia, mas ao trabalho
do intérprete ou ao ambiente
de quem trabalha no estúdio, são problemas reais
a serem levados em consideração. Isso mesmo.
E nem sempre dá para controlar. É possível prever
alguns deles, não todos. Verdade.
E sei que somos profissionais, mas, se estivermos trabalhando
lado a lado na cabine, sei que, se eu tiver
uma crise de tosse, você pode pegar o microfone
e interpretar enquanto bebo água
ou tomo um remédio. Mas, se estou em Chicago
e você, em São Paulo, não ao meu lado,
não tenho sempre certeza de que, se eu tossir,
você assumirá. Porque, talvez,
como são meus 30 minutos, você saiu
para fazer alguma coisa, está no telefone,
está cuidando do filho ou qualquer outra coisa. Não é o mesmo
e fico preocupado com isso. São ótimas questões.
Muito obrigada, Tony. -Foi uma conversa interessante.
-Obrigado. Muito obrigada.
Colocarei os links das mídias sociais
do Tony e do blog
The Professional Interpreter. Se você for intérprete
ou se interessar pelo assunto, siga-o, pois ele sempre fala
sobre o assunto muito bem. Recomendo que o sigam. -Muito obrigada.
-Foi um prazer. Bom congresso
e boa estadia em São Paulo. Muito obrigado. Obrigada por assistir.
Nos vemos no próximo episódio! -Tchau!
-Tchau. LEGENDAGEM
JÉSSICA ALONSO *END*

Author: Kevin Mason

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